<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pcom - Comunicação e Marketing &#187; marketing digital</title>
	<atom:link href="http://www.pcom.com.br/blog/tag/marketing-digital/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pcom.com.br/blog</link>
	<description>Pcom - Comunicação e Marketing</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 19:51:27 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Marketing Digital: é preciso divertir o consumidor</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-digital-e-preciso-divertir-o-consumidor/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-digital-e-preciso-divertir-o-consumidor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 May 2011 14:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=703</guid>
		<description><![CDATA[
É fato consumado que o comportamento do consumidor mudou, e muito, nos últimos anos. Com essa mudança, coube à publicidade se adaptar também. Hoje em dia, além de novas mídias, temos um novo consumidor que sabe o poder de escolha que tem e que já não quer uma propaganda que interrompa sua rotina, mas sim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/014.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-704" /><br />
É fato consumado que o comportamento do consumidor mudou, e muito, nos últimos anos. Com essa mudança, coube à publicidade se adaptar também. Hoje em dia, além de novas mídias, temos um novo consumidor que sabe o poder de escolha que tem e que já não quer uma propaganda que interrompa sua rotina, mas sim, uma em que ele possa fazer parte.<span id="more-703"></span></p>
<p>Somando essa ideia com o forte avanço da internet surge o marketing digital de entretenimento, a nova estratégia adotada por muitas empresas que querem atingir os internautas. Esse conceito leva os consumidores para dentro da publicidade tornando-os, ao mesmo tempo, alvo e veículo da marca. As formas de alcançar o internauta com esse tipo de publicidade parte dos advergames (jogos online envolvendo uma marca), e das ações de massa que circulam pelas redes sociais. Ter o internauta participando dessas ações ou jogos faz com que ele se aproxime e crie uma relação mais íntima com a marca, o que nem sempre a publicidade tradicional consegue.</p>
<p>Uma das primeiras ações de marketing digital de entretenimento foi o BMW Films, lançado em 2001, quando a BMW embarcou na oportunidade de desenvolver um conceito nada tradicional para mostrar a seus consumidores o que faz da BMW uma BMW. A empresa chamou sua agência de propaganda &#8211; a americana Fallon Interactive &#8211; que, combinando as ideias de produção de uma série de curta-metragens e a vontade de usar a Internet em uma campanha de propaganda, sugeriu a realização de 8 filmes curtos e exclusivos para a Web. Todos os vídeos seguiam uma mesma estrutura, onde um personagem principal ajudava pessoas que passavam por circunstâncias difíceis usando técnicas &#8220;arrojadas&#8221; de direção a bordo de um BMW.</p>
<p>Depois disso, diversas outras ações foram desenvolvidas e aplicadas com sucesso na rede. Recentemente, o CCAA lançou a ação TweetBomb, onde os perfis de pessoas que não dominavam o idioma espanhol poderiam explodir. Mais de 25 mil pessoas participaram da ação, que ainda teve repercussão em diversos sites nacionais e internacionais voltados ao assunto.</p>
<p>Quanto aos advergames, marcas como os biscoitos Trakinas disponibilizam jogos no próprio site, fazendo com que o internauta permaneça por mais tempo online na sua página. Essa estratégia faz com que o público queira acessar o site com mais frequência, na intenção de continuar o jogo. Assim, a marca entra na vida do consumidor de forma divertida e natural.</p>
<p>Vendo esses exemplos positivos, podemos imaginar que as empresas que atuam com marketing digital e ainda não aplicaram essas estratégias de entretenimento online podem estar, e provavelmente estão, perdendo horas de atenção do público.</p>
<p>Confira as ações citadas neste textos nos links abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aARKzyO-P7w">BMW Films</a><br />
<a href="http://www.tweetbomb.com.br/">TweetBomb</a><br />
<a href="http://www.trakinas.com.br/">Trakinas</a></p>
<p>Por Bianca Raimundo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-digital-e-preciso-divertir-o-consumidor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compras coletivas: a nova febre de consumo on-line no Brasil</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/compras-coletivas-a-nova-febre-de-consumo-on-line-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/compras-coletivas-a-nova-febre-de-consumo-on-line-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 17:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=605</guid>
		<description><![CDATA[
No início deste ano chegou ao Brasil o primeiro portal de compras coletivas da internet. Com um investimento de apenas R$ 100 mil, dois sócios investiram em uma ideia que já estava dando muito certo há cerca de dois anos nos Estados Unidos. Passados alguns meses, podemos constatar que o modelo de negócios está prosperando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/010.jpg" alt="010" title="010" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-606" /><br />
No início deste ano chegou ao Brasil o primeiro portal de compras coletivas da internet. Com um investimento de apenas R$ 100 mil, dois sócios investiram em uma ideia que já estava dando muito certo há cerca de dois anos nos Estados Unidos. Passados alguns meses, podemos constatar que o modelo de negócios está prosperando aqui também. Afinal, já são pelo menos 70 sites em atividade e outros 100 em fase de abertura. <span id="more-605"></span></p>
<p>Para quem ainda pode ter dúvidas, funciona basicamente assim: Você quer comprar ou consumir um produto/serviço que custa R$ 50,00. Porém, ele pode custar apenas R$ 20,00, se várias pessoas fizerem a mesma aquisição. É mais ou menos como aquele ditado: &#8220;A união faz a força.&#8221; Para disponibilizar e assessorar o serviço, o site cobra da empresa ofertante 50% sobre o valor total vendido.</p>
<p>Essa proposta faz sucesso aqui também por seu caráter inovador, pois o objetivo é conceder um grande desconto para gerar a compra por impulso. Mas vamos fazer uma avaliação maior sobre o motivo deste sucesso.</p>
<p>Em primeiro lugar, é bom para o consumidor: descontos atraentes e que realmente valem a pena, pois sempre são anunciados produtos/serviços de qualidade, já que consultores dos sites anunciantes avaliam o negócio antes de divulgarem uma oferta. Além disso, une outra comodidade que já estamos acostumados: o cartão de crédito, pois a maioria dos sites só aceita essa forma de pagamento. </p>
<p>Outro motivo do sucesso dessa ideia são os benefícios para quem vende e aproveita a novidade para expor a sua marca. As empresas conseguem atingir um grande número de pessoas &#8211; até mesmo de outras cidades e estados quando se trata de bens de consumo não perecíveis e que podem ser entregues por frete &#8211; além de estarem com sua marca em evidência, em média, por dois dias para milhares de pessoas. Também é uma forma de conquistar consumidores que ainda não conheçam a empresa e que podem virar clientes fieis, justamente, por essa compra por impulso. </p>
<p>Para finalizar, apresentamos um case de sucesso que exemplificará muito bem o que explicamos anteriormente: um hotel de luxo de Búzios, no Rio de Janeiro, resolveu anunciar uma mega promoção. Um final de semana, com duas diárias por R$ 580, menos da metade do pacote normal, de R$ 1.200. À meia noite de uma quarta-feira, foi dada a largada, e às 8h30 da manhã, 200 pacotes já estavam vendidos. Ao meio-dia, tudo teve que parar porque foram 750 pacotes vendidos. Um sucesso para todos e uma loucura no setor de reservas. Uma jogada de R$ 435 mil. O site ficou com a metade e o hotel com a outra: R$ 217,5 mil em 12 horas. No fim das contas, o hotel recebeu R$ 145,00 por diária, o suficiente para cobrir os custos.</p>
<p>O lance para o empresário não é o lucro. É conquistar novos clientes, divulgar a marca. “O nosso objetivo não foi olhar isso. A gente tem que enxergar muito além, o que a gente recebeu de retorno. Fora que esse cliente que está lá, ele consome, e tem o boca a boca. Eu não sei quando que ia conseguir atingir alguém que está lá em Cuiabá, fora toda a ação de marketing que a gente pode fazer no pós-venda. Esse cliente pode retornar, com outras situações que a gente pode oferecer na época de baixa temporada, o nosso mailing cresce muito mais, então tem todo um trabalho que pode fazer em cima desse cliente”, explica Tatiana, diretora do hotel Marina.</p>
<p>Por outro lado, alguém tem dúvidas de que a ideia dos criadores deste modelo de negócios foi uma grande sacada?</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/10/compra-coletiva-oferece-descontos-e-gera-visibilidade-para-o-vendedor.html">Jornal da Globo</a><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/757578-em-4-meses-dez-sites-de-compras-coletivas-ja-estrearam-no-pais.shtml">Folha</a><br />
<a href="http://www.midiassociais.net/2010/07/sites-de-compra-coletiva/">Midias Sociais</a></p>
<p>Por: Renata Klein</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/compras-coletivas-a-nova-febre-de-consumo-on-line-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O feedback das redes sociais para a publicidade</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/o-feedback-das-redes-sociais-para-a-publicidade/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/o-feedback-das-redes-sociais-para-a-publicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=578</guid>
		<description><![CDATA[
Gosto de escrever sobre mídias sociais. Não porque elas vão dominar o mundo ou substituir velhos meios de comunicação, mas porque elas deram um UP na publicidade. Antigamente, grandes ações e campanhas só tinham retorno com o acréscimo na área econômica da marca. Claro que isso ainda é característico, mas hoje, esse retorno pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/0013.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-583" /><br />
Gosto de escrever sobre mídias sociais. Não porque elas vão dominar o mundo ou substituir velhos meios de comunicação, mas porque elas deram um UP na publicidade. Antigamente, grandes ações e campanhas só tinham retorno com o acréscimo na área econômica da marca. Claro que isso ainda é característico, mas hoje, esse retorno pode ser instantâneo, dependendo, é claro, do tamanho da campanha. <span id="more-578"></span></p>
<p>As influências das redes sociais na publicidade se tornaram muito grande. Quem navega na internet sabe que o poder exercido pelos internautas, principalmente provenientes do Twitter, é forte o bastante para acrescer valor à campanha ou colocá-la para baixo. E neste último quesito temos como fortes exemplos o comercial da Hyundai para a Copa do Mundo – o “tcha-tcha” e seu novo jeito de torcer – e a última polêmica da Web 2.0 a marca da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.</p>
<p>Ambos sofreram muitas críticas, paródias, piadas no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e afins. O ‘grito de guerra’ do comercial da Hyundai na reta final da Copa chegou até a mudar para “iaê-iaô”. Certamente os executivos da marca perceberam o feedback negativo que o comercial surtiu nos brasileiros, que passaram a intitular a campanha de “o maior mico da Copa do Mundo de 2010” no Twitter. Título pesado para a campanha da Hyundai que foi rechaçada pelo público.</p>
<p>Essa capacidade das pessoas poderem interferir de maneira latente na recepção das campanhas publicitárias deu uma nova cara para a propaganda. Talvez, até muito positiva, retirando o rótulo de ‘manipuladora’, já que o direito de resposta do consumidor ficou muito maior. Que esta ‘voz’ não seja ignorada, pois se transformou em aspecto fundamental e poderoso na decisão do sucesso de uma campanha ou em seu fracasso. Esperamos que a lição esteja sendo aprendida, pelo bem do espetáculo da mídia. </p>
<p><object width="735" height="590"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aQCH_dZViNg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/aQCH_dZViNg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="735" height="590"></embed></object></p>
<p>Por: Laura Pita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/o-feedback-das-redes-sociais-para-a-publicidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No Twitter, a sua empresa dialoga ou faz monólogo?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/no-twitter-a-sua-empresa-dialoga-ou-faz-monologo/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/no-twitter-a-sua-empresa-dialoga-ou-faz-monologo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 14:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=447</guid>
		<description><![CDATA[
Comunicação é quando há entendimento entre duas partes, que por sua vez, se comunicam. Uma conversa, por exemplo, pode não haver consenso de opiniões, mas quando a linguagem é a mesma (importantíssimo), o resultado é a comunicação. Se um dos lados não consegue se comunicar, a conversa se torna um monólogo.
Mas o monólogo não ocorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/017.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-448" /><br />
Comunicação é quando há entendimento entre duas partes, que por sua vez, se comunicam. Uma conversa, por exemplo, pode não haver consenso de opiniões, mas quando a linguagem é a mesma (importantíssimo), o resultado é a comunicação. Se um dos lados não consegue se comunicar, a conversa se torna um monólogo.<span id="more-447"></span></p>
<p>Mas o monólogo não ocorre só nas conversas coloquiais e em peças de teatro onde somos espectadores. Um monólogo pode ser um anúncio mal planejado, no qual a linguagem não é própria do público com quem se quer conversar. Então para que haja uma comunicação bilateral, obrigatoriamente, há necessidade de um entendimento mútuo de linguagem.  </p>
<p>O twitter, hoje, é a ferramenta de comunicação mais interativa das redes sociais, a agilidade com que a informação é repassada e obtida é muito grande. Ele também simplifica o conceito de comunicação, na maioria dos casos, em que acontece entendimento entre os comunicadores e receptores da informação. Essa rede social teve tamanho sucesso que as empresas acharam um ótimo meio de se comunicar e de fazer propaganda, repito, acharam. A questão é que a maioria delas utiliza o Twitter em forma de monólogo, como vimos acima. </p>
<p>Perde-se muito, quando a empresa o utiliza para  fazer um monólogo. Se houvesse uma comunicação bilateral, envolvendo o público com a marca, se ganharia muito mais, conhecendo melhor quem compra e porque compra. Mostrar ao consumidor que a empresa o enxerga e se interessa em conhecê-lo, ou que ela está disponível não só para divulgação massiva da marca, mas também para dúvidas, sugestões&#8230; enfim, permitir que o twitter seja o canal aberto entre empresa e consumidores em potencial. E claro, para que essa comunicação aconteça melhor, é preciso falar na mesma língua do público-alvo.</p>
<p>Exatamente pelo twitter possuir uma característica instantânea de comunicação, é que a sua empresa não deve fazer dele o mesmo que poderia fazer com outras mídias. Não transforme os 140 caracteres em um anúncio, enviado ao consumidor, de cinco em cinco minutos. Utilize o twitter para aproximar a marca dos seus consumidores, se relacionando e criando um vínculo com eles. Isso traria um retorno maior à empresa e possibilitaria a troca mútua de informações, afinal a comunicação é uma via de duas mãos. Utilizar o twitter da sua empresa para divulgar, conversar e informar seria um bom passo para uma comunicação completa.</p>
<p>Por: Laura Pita</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/no-twitter-a-sua-empresa-dialoga-ou-faz-monologo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Google deve fechar seu site de buscas na China em 11 de abril</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/google-deve-fechar-seu-site-de-buscas-na-china-em-11-de-abril/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/google-deve-fechar-seu-site-de-buscas-na-china-em-11-de-abril/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=401</guid>
		<description><![CDATA[
Tudo indica que o Google irá mesmo fechar seu site de busca na China. Segundo o Financial Times, a empresa está 99,9% certa desta decisão. O China Business News diz hoje que isso acontecerá no dia 11 de abril. O anúncio seria feito na próxima segunda-feira, dia 22. O jornal obteve as informações junto a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/017.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-402" /><br />
Tudo indica que o Google irá mesmo fechar seu site de busca na China. Segundo o Financial Times, a empresa está 99,9% certa desta decisão. O China Business News diz hoje que isso acontecerá no dia 11 de abril. O anúncio seria feito na próxima segunda-feira, dia 22. O jornal obteve as informações junto a um agente de vendas da empresa que não foi identificado. A empresa não quis comentar o assunto.<span id="more-401"></span></p>
<p>O site Google.cn responde por 30% das buscas feitas pelos 380 milhões de internautas do país, o maior mercado online do mundo – segundo previões da consultoria eMarketer, deve atingir 840 milhões, ou 61% da população, até 2013.</p>
<p>A notícia vem à tona depois de uma troca de ameaças entre o Google e o governo chinês. Há dois meses, a companhia disse que não iria mais censurar seus resultados, como ordena o país, depois de sofrer uma série de ataques virtuais originados de lá.</p>
<p>Após o anúncio, a empresa ofereceu aos seus funcionários a possibilidade de serem tranferidos para a sede, nos Estados Unidos, ou para outras operações na região.</p>
<p>A China respondeu que não iria abrir uma exceção. Na sexta-feira passada, o Google reafirmou sua posição – para ouvir o mesmo discurso do governo chinês em seguida.</p>
<p>A empresa estaria tomando cuidado para garantir que os seus funcionários não sofram retaliações das autoridades. Também estaria tentando garantir a continuidade de outras operações,ou seja, ao contrário do que foi dito antes, a empresa não quer deixar o páis, apenas fechar o site.</p>
<p>Mas alguns executivos acreditam que o cenário ficará difícil para a companhia como um todo após essa decisão. Temem que o governo inviabilize outros negócios como retaliação. A empresa faturou US$ 333 milhões na China no ano passado.</p>
<p>Por: Rafael Barifouse &#8211; Época Negócios</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/google-deve-fechar-seu-site-de-buscas-na-china-em-11-de-abril/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lucrando com a histeria coletiva das mídias sociais</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/lucrando-com-a-histeria-coletiva-das-midias-sociais/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/lucrando-com-a-histeria-coletiva-das-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 17:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=395</guid>
		<description><![CDATA[
Um misto de empolgação e euforia contamina a internet. São investidores, consumidores e internautas voltados para as novas tendências de negócios, buscando a melhor posição no ranking.
Cada um com seus objetivos, mas todos na mesma histeria. Pessoas consumindo, buscando e também gerando, a cada minuto, todo o tipo informação.
Não tem jeito, todos os negócios da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/015.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-396" /><br />
Um misto de empolgação e euforia contamina a internet. São investidores, consumidores e internautas voltados para as novas tendências de negócios, buscando a melhor posição no ranking.<span id="more-395"></span></p>
<p>Cada um com seus objetivos, mas todos na mesma histeria. Pessoas consumindo, buscando e também gerando, a cada minuto, todo o tipo informação.</p>
<p>Não tem jeito, todos os negócios da atualidade envolvem internet. Seja para anunciar, informar, apresentar ou simplesmente para fazer parte do mundo onde todos estão participando ativamente. Tem estreante a todo o momento.</p>
<p>Os blogs estão se multiplicando não apenas como diários virtuais, mas também como fonte de renda. O twitter, onde o volume de “tweets” já passa de 50 milhões por dia, é o “boom” do marketing do momento.</p>
<p>O Facebook, que nos Estados Unidos vem deixando todas as redes sociais para trás no número de logins, está entre os mais acessados no mundo. No Brasil, é a bola da vez.</p>
<p>Há quem não saiba, mas o Facebook é uma ótima ferramenta de negócios.</p>
<p>Diante de todas as novidades apresentadas nesta rede social em 2010, podemos trabalhar estratégias valiosas e aproveitar ao máximo o potencial de comunicação e marketing dentro dos novos recursos das suas páginas.</p>
<p>São ferramentas oferecidas de graça e pessoas se adaptando a elas em um mercado de adaptações.</p>
<p>Se atuarmos a partir do princípio de que as redes sociais são nossas aliadas, que nossos sites devem ser como cartões de visita completos, trabalharmos com anúncios segmentados (no lugar certo), conteúdo verdadeiro (informativo ou de entretenimento), estaremos atuando certo.</p>
<p>Sendo assim, deixamos a histeria de lado, juntamos nossos pertences entre os orkuts, twitters, facebooks e outros, e partimos para a avaliação de tudo o que estamos oferecendo e temos para oferecer, a qualidade dos nossos serviços, produtos ou desabafos darão o que falar.</p>
<p>Para aproveitar da melhor maneira todo este potencial da web, antes de tudo, temos que entender nossos “leitores” e não consumidores.</p>
<p>Devemos lembrar que as pessoas acessam sites pelo conteúdo. Quanto mais relevantes forem nossas informações, mais credibilidade e fidelidade teremos do nosso público.</p>
<p>Com cautela devemos atentar sempre para a transparência. Consumidores não querem propaganda, querem informação real, afinidade e confiança.</p>
<p>Investir na verdade e mostrar quem realmente somos é o melhor negócio nesse mercado cheio de perfis falsos, produtos fantasmas e abordagens irrelevantes.</p>
<p>A dedicação, estudo e tempo também se fazem necessários para chegar aos objetivos, pois a velocidade e a instantaneidade com que se propagam as coisas é o diferencial do business.</p>
<p>Da mesma forma, é fundamental se manter sempre ativo neste processo de comunicação com o público alvo, uma vez que o feedback é instantâneo. </p>
<p>Por: Roberto Costa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/lucrando-com-a-histeria-coletiva-das-midias-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diferentes olhares para uma interface</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/diferentes-olhares-para-uma-interface/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/diferentes-olhares-para-uma-interface/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 14:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=361</guid>
		<description><![CDATA[
Quando entramos em um site, seja com objetivo especifico ou mesmo sem uma ideia de busca definida, é natural que executemos em uma fração de segundo a decisão de qual link acessar primeiro.
Para tomarmos esta decisão, montamos um modelo mental das opções disponíveis seguindo a lógica que percebemos do site. Essa percepção não é igual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/015.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-365" /><br />
Quando entramos em um site, seja com objetivo especifico ou mesmo sem uma ideia de busca definida, é natural que executemos em uma fração de segundo a decisão de qual link acessar primeiro.<span id="more-361"></span></p>
<p>Para tomarmos esta decisão, montamos um modelo mental das opções disponíveis seguindo a lógica que percebemos do site. Essa percepção não é igual para todas as pessoas, nem mesmo é igual para a mesma pessoa em ocasiões diferentes.</p>
<p>Desenvolver uma arquitetura de informação que atenda todos os modelos mentais e as necessidades de cada um dos usuários que acessam um site é muito mais complexo do que se imagina.</p>
<p>É comum, ao analisar alguns projetos, encontrar estruturas que atendem às empresas, aos funcionários ou mesmo aos desenvolvedores, desprezando as motivações que fazem com que o usuário, consumidor de conteúdo, realize a busca.</p>
<p>Quando se fala em modelo mental e motivações de acesso é comum pensar em canais. Por exemplo, os canais existentes em empresas que possuem diversas áreas de atuação ou segmentos. Como uma montadora, que pode fabricar linhas diferentes para o atendimento de mercados diferentes (caminhões, veículos de passeio, utilitários e até mesmo motocicletas).</p>
<p>Nosso desafio é maior que este: é apresentar um modelo de navegação que entregue o mesmo conteúdo para todos os usuários que realizam buscas através de estímulos e necessidades diferentes.</p>
<p>A estrutura de um site deve priorizar uma curva de aprendizado rápida; deve ser pedagógica, já que o objetivo dos sites não tem o caráter de uso continuado como o de um aplicativo ou sistema.</p>
<p>Nosso objetivo é fazer com que a necessidade do usuário origine a entrega de conteúdo, e quanto mais rápido for o entendimento do processo de interação, melhor a experiência originada.</p>
<p>De forma prática, a interface de um site precisa auxiliar o internauta a entender o que são, como estão organizados e como se comportam seus elementos mais complexos. Quanto mais efetiva for a interface nesse aspecto, mais fácil será a aproximação da entrega de conteúdo com a necessidade que originou sua busca. </p>
<p>Autor: Roberto Soares Costa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/diferentes-olhares-para-uma-interface/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

