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	<title>Pcom - Comunicação e Marketing &#187; Branding</title>
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	<description>Pcom - Comunicação e Marketing</description>
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		<title>Pcom vence concorrência internacional de branding</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Enquanto isso na Pcom...]]></category>
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		<description><![CDATA[
A nova identidade da fundação italiana Telethon, responsável por realizar pesquisas para o tratamento de doenças genéticas, como a distrofia muscular, foi criada por uma empresa gaúcha. A Pcom, de Novo Hamburgo-RS, foi a agência responsável pelo projeto escolhido entre mais de 550 concorrentes de diversos países.
Durante a concorrência, a empresa realizou um estudo aprofundado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-677" /><br />
A nova identidade da fundação italiana Telethon, responsável por realizar pesquisas para o tratamento de doenças genéticas, como a distrofia muscular, foi criada por uma empresa gaúcha. A Pcom, de Novo Hamburgo-RS, foi a agência responsável pelo projeto escolhido entre mais de 550 concorrentes de diversos países.<span id="more-676"></span></p>
<p>Durante a concorrência, a empresa realizou um estudo aprofundado sobre distrofia muscular e criou o novo logotipo da Telethon e um símbolo para a campanha de TV realizada para arrecadação de fundos. O CEO da Pcom, Fábio Machado, destaca que a análise levou o trabalho da equipe a seguir três conceitos durante o projeto: pesquisa, liberdade e evolução. “A compreensão do problema apontado pelo briefing e o embasamento da apresentação foram os diferenciais para que o trabalho cumprisse com as expectativas do cliente”, avalia Machado.</p>
<p>De acordo com ele, o que determinou a participação na concorrência foi a ambição por desafios. “Trabalhar em um projeto de outro país é motivador e torna-se uma provocação pessoal para cada profissional envolvido”, acrescenta Fábio Machado.</p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/43_1.jpg" alt="Telethon" title="Telethon" width="718" height="525" class="alignnone size-full wp-image-679" /></p>
<p>Segundo o VP de Negócios da Pcom, Fabricio Magayevski, uma conquista internacional é sempre algo a se comemorar, principalmente por ter acontecido ainda no primeiro trimestre do ano. “Isso confirma as expectativas positivas que temos para 2011, ano que deve representar um crescimento de 130% para a empresa, em comparação a 2010”, destaca Magayevski. Para ele, isso ainda valoriza a metodologia da Pcom, mostrando que ela está próxima de um padrão internacional, o que também é um dos objetivos da Pcom.</p>
<p>A nova identidade será apresentada na Itália nos próximos meses. Uma prévia do trabalho pode ser vista no site <a href="http://www.pcom.com.br">www.pcom.com.br</a>.</p>
<p>Saiba mais:<br />
A Fundação Telethon é responsável por realizar pesquisas biomédicas em busca da cura de doenças genéticas, como a Distrofia Muscular. Os fundos para a viabilização dos projetos são provenientes de uma maratona televisiva, também chamada Telethon, realizada anualmente desde 1990 na Itália. Esse formato de maratona foi criado em 1966, nos Estados Unidos, e é realizado em diversos países como Austrália, Chile, México e Brasil (Teleton e Criança Esperança). Para mais informações sobre o trabalho desenvolvido pela fundação acesse <a href="http://www.telethon.it">www.telethon.it</a>.</p>
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		<title>A imagem da marca é resultado, também, de um bom logotipo.</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-imagem-da-marca-e-resultado-tambem-de-um-bom-logotipo/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você já se perguntou o que inspirou os logotipos das empresas automobilísticas? Como, por exemplo, os quatro anéis entrelaçados da Audi ou o por quê do nome Alfa Romeo?

Afinal, logos representam a imagem de marca, as tradições e origens da empresa. No caso destas empresas, estes ícones não foram pensados somente como um emblema visual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/0013.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-551" /><br />
Você já se perguntou o que inspirou os logotipos das empresas automobilísticas? Como, por exemplo, os quatro anéis entrelaçados da Audi ou o por quê do nome Alfa Romeo?<br />
<span id="more-550"></span><br />
Afinal, logos representam a imagem de marca, as tradições e origens da empresa. No caso destas empresas, estes ícones não foram pensados somente como um emblema visual no capô do carro. Os logos vão representar o que as pessoas pensam sobre a marca e os próprios carros. Alguém que dirige um Mercedes é percebido como próspero, maduro e, naturalmente, bem sucedido. Por outro lado, alguém com um Aston Martin é provavelmente uma personalidade mais extravagante. </p>
<p>Essas percepções podem ser vistas a partir de um pequeno logotipo do fabricante do carro. Claro que aqui, nos referimos especificamente aos logotipos dos grupos automobilísticos, mas isso se expande para todos os tipos de serviços e produtos.</p>
<p>Um logo sofre evoluções históricas, juntamente com os produtos, origens e clientes da empresa. Afinal, ele nada mais é do que parte da essência da imagem da sua empresa. Um logo bem apresentado, que transmita a identidade da organização e dos produtos oferecidos é um bom passo para o sucesso.</p>
<p>Fonte de apoio:<br />
<a href="http://www.instantshift.com/2010/02/25/22-corporate-brand-logo-evolution-of-automobile-groups/">http://www.instantshift.com/2010/02/25/22-corporate-brand-logo-evolution-of-automobile-groups/</a></p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Logorama, a propaganda oscarizada.</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/logorama-a-propaganda-oscarizada/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 11:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[
Logorama, para quem caiu aqui de paraquedas, é um curta de animação que possui 17 minutos de duração. A história é a típica hollywoodiana com perseguições, tiros, arquétipos de mocinhos e bandidos.
Porém, a diferença desta animação é que ao invés de pessoas, os personagens são logotipos, mascotes e ícones de grandes marcas. O cenário também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-481" /><br />
Logorama, para quem caiu aqui de paraquedas, é um curta de animação que possui 17 minutos de duração. A história é a típica hollywoodiana com perseguições, tiros, arquétipos de mocinhos e bandidos.<span id="more-480"></span></p>
<p>Porém, a diferença desta animação é que ao invés de pessoas, os personagens são logotipos, mascotes e ícones de grandes marcas. O cenário também é composto por logos das mais variadas e conhecidas marcas mundiais. E, também, traz mascotes, como Ronald McDonald, no papel de vilão e os bonecos da Michelin no papel dos policiais da trama. Ao todo, são 2 mil marcas utilizadas no curta.</p>
<p>A idéia genial dessa peça foi do trio francês H5 – François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplai. O curta ganhou os prêmios de Cannes – Festival de Cinema e o cobiçado Oscar, o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, de melhor Curta.<br />
Hoje, temos finalmente a propaganda oscarizada. Afinal, este curta, mesmo que não seja uma peça convencional de propaganda; é um verdadeiro festival de publicidade gratuita. Até seus criadores admitem isto, pois na entrega do Oscar um dos autores torcia para que nenhuma marca os processasse.</p>
<p>A repercussão da animação nos traz também a questão de que todas estas logomarcas se tornaram parte de nossas vidas. No caso dos mascotes e ícones, muitas marcas nem sequer precisam ser  mencionadas para que nos venham a lembrança. Isso também se deve ao fato de que a globalização nos permite entender mais de 80% das marcas do filme. </p>
<p>O curta metragem não é só brilhante pelas sacadas e piadas no decorrer da trama, mas também por fazer-nos refletir sobre o poder de uma marca; o grande convívio que temos com elas; e como o símbolo ou a imagem de determinado produto é capaz de nos remeter a qualidade, respeito e confiança da marca. </p>
<p>Você já parou para pensar nisso?</p>
<p><object width="735" height="590"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CazM5Fzy1L0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/CazM5Fzy1L0&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="735" height="590"></embed></object></p>
<p><object width="735" height="590"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UzNFLdDeCno&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/UzNFLdDeCno&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="735" height="590"></embed></object></p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>O que é marca?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/o-que-e-marca/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 19:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nos últimos 10 anos as empresas começaram a voltar seus olhares para o branding como nunca haviam feito antes. De forma global, o ritmo competitivo entre elas (multinacionais ou não) e o marketing voltado para o consumidor e não para o produto, criou a necessidade e a possibilidade para que elas pudessem expandir seus negócios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/019.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-455" /><br />
Nos últimos 10 anos as empresas começaram a voltar seus olhares para o branding como nunca haviam feito antes. De forma global, o ritmo competitivo entre elas (multinacionais ou não) e o marketing voltado para o consumidor e não para o produto, criou a necessidade e a possibilidade para que elas pudessem expandir seus negócios e se diferenciar cada vez mais.<br />
<span id="more-452"></span><br />
No Brasil, a ascensão das classes C e D fez com que os consumidores ficassem mais exigentes. As empresas com segmentos voltados para estes alvos, passaram a repensar seus modelos de negócios, forma que seus públicos os enxergavam e o valor de seus produtos e serviços no mercado.</p>
<p>Mas como entender marca?<br />
Já que na maior parte do tempo marca não é um estado físico e sim um sentimento, para facilitar a compreensão, eu reformulo aqui a pergunta para: <strong>O que marca? </strong>Ao invés de: <strong>O que é marca?</strong></p>
<p>O que marca você? Ouvir palavras doces ou amargas da pessoa que você ama. Ter um filho. Perder um ente querido. Viajar para um lugar que você sempre sonhou. Comprar um produto que aproxime você de suas realizações pessoais, que mostre para o mundo quem você é, que traga lembranças de bons momentos, ou até mesmo que ele seja a lembrança. Tudo isto mexe com você.</p>
<p>Na prática, marcar é você entrar no GNC Cinemas do Iguatemi de Porto Alegre, ou na área de embarque do aeroporto Charles de Gaulle em Paris, e pisar num carpete tão macio e agradável, que faz você pensar duas vezes até lembrar onde está. É ouvir o TOK TOK dos sapatos de salto-alto das aeromoças da TAM no corredor após a viagem, mesmo sabendo que elas usam salto-baixo durante as viagens. Sim, elas trocam o sapato antes de sair do avião. É ser atendido de forma única pelo porteiro da Mundial S.A. É ouvir a voz peculiar de um garçom na pizzaria Portal. É ligar para a TIM e ter seus problemas resolvidos em 3 minutos.</p>
<p>Estes são exemplos de algumas percepções positivas que eu tive nos últimos tempos. Como pode notar, eu me lembro do nome de todas as marcas, e com certeza gostaria de viver novamente estes momentos que me marcaram. Da mesma forma, lembro de todos que me afetaram negativamente.</p>
<p>Então, percebemos cada vez mais que Marca é tudo aquilo que toca pelo menos um de nossos cinco sentidos de forma singular, criando um vínculo, tornando um momento comum em algo único em nossa memória.</p>
<p>Por: Fabio Machado</p>
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		<title>No Twitter, a sua empresa dialoga ou faz monólogo?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/no-twitter-a-sua-empresa-dialoga-ou-faz-monologo/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/no-twitter-a-sua-empresa-dialoga-ou-faz-monologo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 14:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
Comunicação é quando há entendimento entre duas partes, que por sua vez, se comunicam. Uma conversa, por exemplo, pode não haver consenso de opiniões, mas quando a linguagem é a mesma (importantíssimo), o resultado é a comunicação. Se um dos lados não consegue se comunicar, a conversa se torna um monólogo.
Mas o monólogo não ocorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/017.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-448" /><br />
Comunicação é quando há entendimento entre duas partes, que por sua vez, se comunicam. Uma conversa, por exemplo, pode não haver consenso de opiniões, mas quando a linguagem é a mesma (importantíssimo), o resultado é a comunicação. Se um dos lados não consegue se comunicar, a conversa se torna um monólogo.<span id="more-447"></span></p>
<p>Mas o monólogo não ocorre só nas conversas coloquiais e em peças de teatro onde somos espectadores. Um monólogo pode ser um anúncio mal planejado, no qual a linguagem não é própria do público com quem se quer conversar. Então para que haja uma comunicação bilateral, obrigatoriamente, há necessidade de um entendimento mútuo de linguagem.  </p>
<p>O twitter, hoje, é a ferramenta de comunicação mais interativa das redes sociais, a agilidade com que a informação é repassada e obtida é muito grande. Ele também simplifica o conceito de comunicação, na maioria dos casos, em que acontece entendimento entre os comunicadores e receptores da informação. Essa rede social teve tamanho sucesso que as empresas acharam um ótimo meio de se comunicar e de fazer propaganda, repito, acharam. A questão é que a maioria delas utiliza o Twitter em forma de monólogo, como vimos acima. </p>
<p>Perde-se muito, quando a empresa o utiliza para  fazer um monólogo. Se houvesse uma comunicação bilateral, envolvendo o público com a marca, se ganharia muito mais, conhecendo melhor quem compra e porque compra. Mostrar ao consumidor que a empresa o enxerga e se interessa em conhecê-lo, ou que ela está disponível não só para divulgação massiva da marca, mas também para dúvidas, sugestões&#8230; enfim, permitir que o twitter seja o canal aberto entre empresa e consumidores em potencial. E claro, para que essa comunicação aconteça melhor, é preciso falar na mesma língua do público-alvo.</p>
<p>Exatamente pelo twitter possuir uma característica instantânea de comunicação, é que a sua empresa não deve fazer dele o mesmo que poderia fazer com outras mídias. Não transforme os 140 caracteres em um anúncio, enviado ao consumidor, de cinco em cinco minutos. Utilize o twitter para aproximar a marca dos seus consumidores, se relacionando e criando um vínculo com eles. Isso traria um retorno maior à empresa e possibilitaria a troca mútua de informações, afinal a comunicação é uma via de duas mãos. Utilizar o twitter da sua empresa para divulgar, conversar e informar seria um bom passo para uma comunicação completa.</p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Se sua marca deixasse de existir hoje, o que o mundo perderia?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/se-sua-marca-deixasse-de-existir-hoje-o-que-o-mundo-perderia/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 14:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito? Nada? Pouco? Quanto o mundo perderia se a sua empresa não abrisse mais amanhã? Esta é a pergunta que faço todos os dias depois de preparar um Cappucino e sentar na minha mesa de trabalho. Quão ousadas precisam ser minhas atitudes, para que eu consiga cumprir as metas que tenho traçadas de entrar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-418" title="01" src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/013.jpg" alt="01" width="735" height="230" />Muito? Nada? Pouco? Quanto o mundo perderia se a sua empresa não abrisse mais amanhã? Esta é a pergunta que faço todos os dias depois de preparar um Cappucino e sentar na minha mesa de trabalho. Quão ousadas precisam ser minhas atitudes, para que eu consiga cumprir as metas que tenho traçadas de entrar com minha marca no quase impenetrável hall da fama das marcas?<span id="more-417"></span><br />
<br />
Fui designer de interfaces por muitos anos e um questionamento que eu fazia com os meus colegas de trabalho naquela época era:<br />
E se todos os designers do mundo não trabalhassem por uma semana, o que aconteceria? Nada.<br />
Agora, e se todos os lixeiros do mundo parassem de trabalhar por uma semana? O que aconteceria?<br />
Você pode imaginar ficar sete dias com o lixo estocado na sua casa e no seu escritório, aguentando odores insuportáveis, com um espaço precioso ocupado pelo passado, e com risco de pegar alguma doença?<br />
<br />
Vamos falar de bens de consumo de massa. Você consegue e até tenta parar de beber Coca-Cola, porém se ela deixasse de existir amanhã, um grande vazio e vontade de tomar mais uma garrafinha iriam lhe acompanhar até o final de sua vida. Provavelmente as concorrentes tentariam copiar a fórmula, novas empresas iriam surgir tentando copiar a marca e sabor que na sua cabeça são incomparáveis, mas nenhuma delas ainda iria suprir aquela vontade de beber Coca-Cola.<br />
<br />
Não estamos falando de drogas. E sim de marcas que, como esta, são bem planejadas para agir de forma viciosa no seu consciente e inconsciente.<br />
<br />
E o seu produtos? É usado como emblema pelos seus consumidores?<br />
A sua marca é utilizada como referência para a identificação de um público?<br />
<br />
Por: Fabio Machado</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Você é o DNA da sua empresa</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/voce-e-o-dna-da-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[endomarketing]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitos empreendedores, ocupados em fazer sua empresa florescer e multiplicar as vendas, se esquecem de uma missão que não se pode delegar a ninguém &#8211; determinar quais são os valores que devem ser cultivados e partilhados pelos funcionários. É um desafio mais árduo e importante do que pode parecer à primeira vista. O sonho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/012.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-415" /><br />
Muitos empreendedores, ocupados em fazer sua empresa florescer e multiplicar as vendas, se esquecem de uma missão que não se pode delegar a ninguém &#8211; determinar quais são os valores que devem ser cultivados e partilhados pelos funcionários. É um desafio mais árduo e importante do que pode parecer à primeira vista. <span id="more-414"></span>O sonho de qualquer empresário deveria ser construir um negócio que cresça consistentemente e exista por muito tempo. Um dos pilares que fundamentam essa obra de engenharia é a criação da cultura da empresa &#8212; a sua empresa. Ela não pode ser diferente de você nem de suas crenças.</p>
<p>Cabe ao empreendedor, e somente a ele, determinar os valores que irão orientar as ações, reações e decisões das pessoas a seu redor. Quando o negócio é de pequeno porte, tudo fica mais fácil. O contato direto com empregados e fornecedores irradia os princípios e objetivos que o dono acalenta. Mas uma definição mais clara dos valores passa a ser indispensável no momento em que a empresa começa a crescer. As características de sua personalidade e seus valores não são mais imediatamente percebidos e assimilados, como no início. Para complicar, a expansão traz caras novas, que, conforme suas convicções, podem se comportar até em oposição aos princípios que você prioriza.</p>
<p>Se houver um vácuo, cada responsável por uma área implanta, mesmo sem perceber, os próprios princípios de vida, que nem sempre são os que você deseja para sua empresa. Uns podem ser ríspidos com os subordinados, outros agem com complacência excessiva. Uns colocam o cliente em primeiro lugar, outros são obcecados por planilhas. Uns são apagados demais, enquanto outros passam por cima de qualquer coisa (inclusive do que não devem) para consumar uma venda.</p>
<p>Nesse ambiente, podem surgir células doentes, disseminando conceitos peculiares de comportamento, ocupando espaços. Isso pode provocar sérias mutações no DNA de seu empreendimento, trazendo conseqüências imprevisíveis. O perigo é a empresa exibir um distúrbio de personalidade que, além de deixar os clientes atordoados, gere falta de coesão na busca dos objetivos originais. A definição prévia dos valores da empresa serve como vacina para um comportamento capaz de corroer as bases do que você construiu com tanto esforço.</p>
<p>Sua empresa depende de uma rede cujo bom funcionamento é essencial para seu sucesso. Lembre-se de que, além de criar uma empresa, você criou uma comunidade. Essa rede inclui as pessoas que mantêm relação com seus clientes, aparecendo para eles como a imagem daquilo que você criou.</p>
<p>É preciso tomar certas precauções ao estabelecer os princípios. Eles não podem ser rígidos a ponto de engessar a competitividade. É preciso prestigiar os funcionários que comungam dos valores da empresa, ainda que eles não alcancem os melhores resultados, e eliminar aqueles que hostilizam esses princípios, mesmo que seu desempenho seja excepcional. Os novos funcionários, uma vez incorporados aos quadros, devem conhecer e aprender a respeitar esses princípios. O importante é criar um ambiente no qual os funcionários já familiarizados com essa cultura facilmente percebam quando algum penetra não preenche os requisitos. Um organismo sadio cria rapidamente anticorpos. Assim, seus valores são naturalmente preservados, mantendo saudável o DNA de sua empresa.</p>
<p>Fonte: Revista EXAME<br />
Por José Augusto Corrêa</p>
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		<title>Bradesco continua com a marca mais valiosa do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 14:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
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As marcas nacionais estão mais valorizadas. O valor de mercado das companhias brasileiras subiu de R$ 995,2 bilhões para R$ 1,52 trilhão. Isto significa um crescimento de 52% no valor delas de acordo com a quinta edição da pesquisa &#8220;As 100 marcas mais valiosas do Brasil&#8221;, feita pela Brand Finance em parceria com a revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-408" /><br />
As marcas nacionais estão mais valorizadas. O valor de mercado das companhias brasileiras subiu de R$ 995,2 bilhões para R$ 1,52 trilhão. Isto significa um crescimento de 52% no valor delas de acordo com a quinta edição da pesquisa &#8220;As 100 marcas mais valiosas do Brasil&#8221;, feita pela Brand Finance em parceria com a revista The Brander/IAM com 6.221 pessoas em todo o país.<span id="more-407"></span></p>
<p>O estudo mostra que a soma do valor das marcas aumentou 23%, saindo de R$ 221, 4 bilhões para R$ 273,3 bilhões. Pela quarta vez, o Bradesco aparece na liderança com valor de R$ 23,1 bilhões. Em seguida aparece o Itaú com R$ 12 bilhões e Banco do Brasil em terceiro, com R$ 11,6 bilhões. Já a Petrobras figura na quarta posição atingindo R$ 9,7 bilhões. Na sequencia ainda estão Vivo (7,6 bilhões), Oi/Telemar (R$ 7,5 bilhões); Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões); Caixa (R$ 7,0 bilhões); Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).</p>
<p>Os bancos foram os grandes destaques entre os setores com maior percentual de crescimento em valor, seguido pelo varejo e em seguida a exportação de commodities. Na ordem, temos Santander (140%), Ultrapar (109%), Gerdau (106%), HSBC (93%), Caixa (74%), Wall Mart (74%), Petrobras (65%), BNDES (62%), Banco do Brasil (56%), Honda (54%), Carrefour (52%), Casas Bahia (44%), Magazine Luiza (44%) e Bradesco (42%).</p>
<p>Por outro lado, as marcas que tiveram o pior desempenho são lideradas pela Sadia, que este ano apresentou retrocesso de 26%. As outras marcas que precisam rever suas estratégias são Nokia (-38%), e Texaco, (34%). Já as marcas Cargill, Pepsico, Visa, Odebrecht, WEG, ArcelorMittal, Localiza, Banrisul e Microsoft, aparecem como novatas na lista das 100 mais valiosas do Brasil em 2010.</p>
<p>Por: Revista Exame &#8211; Thiago Terra</p>
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		<title>Mas quem somos nós mesmo?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 18:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enquanto isso na Pcom...]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
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Não acontece uma vez, nem duas&#8230; Isso é o cotidiano de muitos (todos?) profissionais de negócios ou mesmo de atendimento. Um primeiro contato com o prospect ou cliente significa muitas vezes na prática da arte e técnica de sintetização/objetivação de idéias num curto período de tempo somado com a capacidade deste profissional em transmitir esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/018.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-405" /><br />
Não acontece uma vez, nem duas&#8230; Isso é o cotidiano de muitos (todos?) profissionais de negócios ou mesmo de atendimento. Um primeiro contato com o prospect ou cliente significa muitas vezes na prática da arte e técnica de sintetização/objetivação de idéias num curto período de tempo somado com a capacidade deste profissional em transmitir esta mensagem. Complicado?<span id="more-404"></span></p>
<p>Nós, aqui na Pcom – Marketing Estratégico, trabalhamos com soluções para potencializar o negócio de nossos clientes. Mas, sem papo furado, o que significa isso? Significa que nós estamos diretamente preocupados com o lucro. Prova disso é que não cuidamos apenas da comunicação deste negócio. Para simplificar ainda mais, como fazemos isso? Aqui na Pcom, através do acompanhamento de ações e resultados, verificamos mensalmente o gráfico faturamento / vendas X investimento no período (pensando curto, médio e longo prazo). Acompanhamos o andamento do produto/serviço dentro e fora da empresa parceira.</p>
<p>Então, finalmente chegamos novamente na velha pergunta: o que é mesmo marketing? Acho melhor postar nossa própria definição de que o consumidor tem necessidades (reprimidas ou não). Uma empresa oferece um produto ou serviço para suprir estas necessidades. A comunicação nada mais é do que o elo entre a empresa e o consumidor e, está inserida no marketing.</p>
<p>Ótimo, então, porque razão uma empresa procura a Pcom e não uma agência de propaganda? A resposta está no posicionamento. Nosso core business é o marketing e o branding antes de tudo. Você não está contratando o passado de nosso negócio, mas o seu futuro. Com um único objetivo: ampliação da zona de conforto vislumbrando uma maior posição de marca. Esse futuro, embora seja em parte formado por conquistas anteriores, será provavelmente um reflexo da visão da Pcom e seus parceiros, das novas pessoas que estamos contratando e da nossa vontade de abraçar o que está por vir em lugar de preservar o que já foi. </p>
<p>Identificar que tipo de cliente nós atendemos clarifica e legitima o nosso ponto de diferenciação, ou seja, posicionamento. Nós trabalhamos para que nossos clientes atinjam seus resultados e fortaleçam suas marcas. Montar um cronograma é muito mais do que “descrever atividades”. Começa bem antes, na identificação dessas atividades no planejamento de marketing bem estruturado, baseado nos produtos/serviços a serem entregues, na estimativa de esforço e determinação das precedências entre elas, sem falar dos públicos e entrantes.</p>
<p>Nós atendemos esta fatia de mercado: que pensa nos 90% do iceberg dentro d´água antes de partir para ações de comunicação sem base, porquês e 10% visíveis para o grande público.</p>
<p>Por: Fabricio Magayevski</p>
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		<title>Diferentes, mas iguais</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 00:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
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“Na nossa cultura fomos treinados para nos diferenciarmos de todos. Você olha para uma pessoa e imediatamente a insere num modelo: esperto, burro, velho, novo, rico, pobre… Fazemos todas essas distinções bi-dimensionais, julgamos por categorias e tratamos a todos desta maneira. Daí concluímos que só vemos os outros separados de nós, no modo em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/013.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-387" /><br />
“Na nossa cultura fomos treinados para nos diferenciarmos de todos. Você olha para uma pessoa e imediatamente a insere num modelo: esperto, burro, velho, novo, rico, pobre… Fazemos todas essas distinções bi-dimensionais, julgamos por categorias e tratamos a todos desta maneira. <span id="more-388"></span>Daí concluímos que só vemos os outros separados de nós, no modo em que eles estão afastados. E uma das descobertas mais dramáticas da experiência de estar com outra pessoa é, de repente, reparar que certos aspectos são exatamente iguais aos seus… é experimentar o fato de que a essência que há em você e a essência que há em mim são, no fundo, uma só. A compreensão de que não há um outro. Somos todos um.” Richard Albert.</p>
<p>Identificar e definir grupos são dois pontos que o marketing e o branding buscam juntos. Nenhuma nova categoria de produto ou serviço é sustentada, se nela não existirem pessoas que queiram fazer parte de determinado grupo. As marcas além de divulgar categorias/produtos/serviços, são uma forma de iconizar pessoas, sob seu próprio consentimento, no estilo “me diga o que consomes que te direi quem és”. Apple, BMW, Adidas, Diesel, Coca-Cola, Fiat, CCE, Acer, Dolly… Todas essas marcas representam e defendem um posicionamento, distinguindo seus públicos.</p>
<p>Pense um pouco sobre as roupas que você usa, a propaganda que assiste, os hobbies que pratica, os meios de comunicação não pagos que você digere no seu dia-a-dia. Você está sendo influenciado de forma consciente? Ou apenas absorve e deixa que seus instintos façam o resto?</p>
<p>Somos todos um em nossa essência, porém precisamos nos diferenciar, pois é isto que desassemelha o ser humano dos outros animais. Essa mesma essência que nos destrói diariamente, nos diferencia, faz com que tenhamos sonhos, agindo como um combustível que nos faz correr atrás de um ideal, nos transformando únicos neste universo.</p>
<p>Nem sempre acredite nos seus olhos e nos seus ouvidos. Acredite naquilo que torna você feliz, não os outros.</p>
<p>Por: Fabio Machado</p>
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