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	<title>Pcom - Marketing Estratégico</title>
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	<description>Blog da Pcom</description>
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		<title>Marketing boca-a-boca 2.0</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[
O marketing boca-a-boca consiste em reunir um grupo de voluntários e pedir-lhes que experimentem determinados produtos. Após a experimentação vem à reação imediata, seja ela de insatisfação ou satisfação, e a opinião delas será disseminada para outras pessoas.
As pessoas sempre adoraram conversar, trocar informações, falar, falar e falar. O marketing boca-a-boca consiste basicamente nessa atitude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-593" /><br />
O marketing boca-a-boca consiste em reunir um grupo de voluntários e pedir-lhes que experimentem determinados produtos. Após a experimentação vem à reação imediata, seja ela de insatisfação ou satisfação, e a opinião delas será disseminada para outras pessoas.<span id="more-592"></span></p>
<p>As pessoas sempre adoraram conversar, trocar informações, falar, falar e falar. O marketing boca-a-boca consiste basicamente nessa atitude comportamental. Porém, acredito que não precisa ser, obrigatoriamente, fruto de uma experiência com um grupo de voluntários. Muitas vezes, o marketing boca-a-boca surge de situações vivenciadas pelos próprios clientes e funcionários.</p>
<p>Com o passar do tempo, a maneira como essa informação é repassada sofreu algumas mudanças. Antigamente, era transmitida numa conversa coloquial ou quando buscávamos informações sobre um objeto de consumo. Atualmente, as redes sociais tomaram essa função, aliás a internet como um todo. O Twitter é um dos grandes percursores do maior boca-a-boca mundial, fonte de informações de todos os cantos do mundo. Isso tornou muito mais cômoda e prática a troca de informações, não sendo mais necessário sair de casa para descobrir os pontos positivos e negativos do produto desejado. Agora tudo está a apenas um clique de distância. </p>
<p>O que quero dizer é que o marketing boca-a-boca se aperfeiçoou. E hoje, mais do que nunca, deve-se dar muita atenção à experiência do cliente com o produto/serviço. Digo atenção, no sentido de dar importância para a situação, afinal o atendimento é a cara da empresa. Devo ressaltar que não é apenas a experiência do cliente que gera o boca-a-boca, o colaborador da empresa também é um formador de opinião e influenciador. Afinal, ele conhece a empresa e o produto muito bem.</p>
<p>Satisfeitos ou não, eles são os porta-vozes diante da sociedade de consumo. E já que sabemos que uma boa imagem transmite credibilidade, confiança e eficiência, devemos dar atenção a essa tão antiga ferramenta de marketing, que hoje, com o poder da internet e o buzz das redes sociais, pode transformar uma campanha e/ou um produto em um grande sucesso ou fracasso.</p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Você já imaginou se a publicidade e a propaganda não existissem?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/voce-ja-imaginou-se-a-publicidade-e-a-propaganda-nao-existissem/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você ficaria feliz com a possibilidade de não ter mais que conviver com a publicidade e a propaganda? E não ter mais que aguentar aquele comercial interminável do sapo que não lava o pé? Mas você já parou para pensar nas consequências disso no mercado? E como isso afetaria o comportamento humano?
Em primeiro lugar, diminuiria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-590" /><br />
Você ficaria feliz com a possibilidade de não ter mais que conviver com a publicidade e a propaganda? E não ter mais que aguentar aquele comercial interminável do sapo que não lava o pé? Mas você já parou para pensar nas consequências disso no mercado? E como isso afetaria o comportamento humano?<span id="more-589"></span></p>
<p>Em primeiro lugar, diminuiria a concorrência de mercado. Afinal, as pessoas não seriam apaixonadas e/ou se identificariam por uma marca X, elas simplesmente comprariam por necessidade básica. As lojas que fomentariam o mercado não teriam nomes, pois não haveria necessidade de criarem marcas, elas somente seriam descritas por tipo de produtos: “calçados”, “calças”, “supermercado“.</p>
<p>As produções de TV, por exemplo, seriam muito mais modestas, pois as emissoras não teriam as gordas verbas publicitárias para bancá-las. Por sua vez, as empresas não teriam o que anunciar.</p>
<p>Na linha desse raciocínio, teríamos um desenvolvimento social bem menor. As pessoas não buscariam aumento de renda para comprarem o tão falado “sonho de consumo”. Enquanto isso, as empresas não se interessariam em buscar desenvolver novos modelos para atender as necessidades do consumidor. Nessa realidade o cliente não seria estimulado a consumir e então não teria tantas “necessidades” como ocorre atualmente.</p>
<p>E, por fim, você já imaginou como seriam os famosos pontos turísticos dos EUA e de Londres: Times Square e Piccadilly Circus? Nem quero pensar. Ainda bem que isso foi só uma suposição&#8230;</p>
<p>Fonte: Blogcitário</p>
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		<title>A importância de investir em Métricas no Marketing</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-importancia-de-investir-em-metricas-no-marketing/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/a-importancia-de-investir-em-metricas-no-marketing/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[
O marketing sempre foi criticado por não conseguir apresentar dados tão relevantes quanto o setor financeiro de uma empresa. As métricas de marketing devem ser medidas para identificar o sucesso das ações realizadas pela marca, porém muitos resultados somente serão obtidos a médio e longo prazo, visando o futuro. O processo é diferente dos resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/001.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-586" /><br />
O marketing sempre foi criticado por não conseguir apresentar dados tão relevantes quanto o setor financeiro de uma empresa. As métricas de marketing devem ser medidas para identificar o sucesso das ações realizadas pela marca, porém muitos resultados somente serão obtidos a médio e longo prazo, visando o futuro. O processo é diferente dos resultados das finanças que normalmente estão baseados no passado. <span id="more-585"></span></p>
<p>As métricas de marketing avaliam taxas de abertura das campanhas, cliques em anúncios, nível de awareness &#8211; comportamento/percepção &#8211; das propagandas e estimativas de preferência da marca/produto. Entretanto, é difícil amarrar essas métricas à receita obtida, pois as reações dos clientes não estão vinculadas diretamente a esses indicadores. Por exemplo, quando um cliente compra um produto, gerando receita, esta pode ser contabilizada com precisão, mas normalmente não sabemos se o cliente realmente prefere a nossa marca e se ele chegou a ver alguma propaganda daquele produto.</p>
<p>Afinal, resultados que modificam o faturamento sempre serão mais relevantes aos olhos. Já os saldos das ações de marketing, normalmente, são mais subjetivos, pois não trazem, em curto prazo, resultados expressivos em receita.  A métrica de marketing permite analisar comportamentos e tendências. Para uma mensuração de micro e pequenas empresas, o Sebrae destaca os principais resultados que devem ser analisados:</p>
<p>1.       Participação de mercado – receita da sua empresa comparada a receita do mercado;<br />
2.       Hábitos de compra – frequência e quantidade normalmente comprada;<br />
3.       Satisfação do cliente – o quanto as expectativas dos clientes estão sendo atendidas;<br />
4.       Disposição para recomendar – quantos clientes recomendariam sua empresa?<br />
5.       Vendas básicas – total de vendas sem promoções;<br />
6.       Vendas incrementais – vendas acrescidas pela ação promocional;<br />
7.       Número de clientes – número de clientes que compram em um determinado período;<br />
8.       Recência – período de tempo entre uma compra e outra;<br />
9.       Experimentação – quantidade de clientes novos;<br />
10.   Ponto de equilíbrio – venda mínima para cobrir custos/gastos;<br />
11.   Retorno sobre as vendas – lucro líquido como porcentagem sobre receita de vendas<br />
12.   Retorno sobre o investimento – lucro líquido sobre os investimentos necessários para gerar lucro.</p>
<p>A mensuração das métricas de marketing é tão importante quanto os resultados financeiros, pois ambos se completam. A importância de mensurar as estratégicas de marketing tem como objetivo visualizar os retornos, não só financeiros. Como, por exemplo, a evolução do brand equity &#8211; também chamado de “valor de marca baseado no consumidor”. Isso é fundamental para lançar outras campanhas e planejar novas estratégias. Tudo para você identificar se o seu negócio está caminhando na direção certa.</p>
<p>Fontes:<br />
Portal Administradores (http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/departamento-de-financas-versus-departamento-de-marketing/10620/)<br />
Blog Mundo Sebrae (http://mundosebrae.wordpress.com/2010/05/17/metricas-do-marketing/</p>
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		<title>O feedback das redes sociais para a publicidade</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/o-feedback-das-redes-sociais-para-a-publicidade/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/o-feedback-das-redes-sociais-para-a-publicidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[marketing digital]]></category>
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		<description><![CDATA[
Gosto de escrever sobre mídias sociais. Não porque elas vão dominar o mundo ou substituir velhos meios de comunicação, mas porque elas deram um UP na publicidade. Antigamente, grandes ações e campanhas só tinham retorno com o acréscimo na área econômica da marca. Claro que isso ainda é característico, mas hoje, esse retorno pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/0013.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-583" /><br />
Gosto de escrever sobre mídias sociais. Não porque elas vão dominar o mundo ou substituir velhos meios de comunicação, mas porque elas deram um UP na publicidade. Antigamente, grandes ações e campanhas só tinham retorno com o acréscimo na área econômica da marca. Claro que isso ainda é característico, mas hoje, esse retorno pode ser instantâneo, dependendo, é claro, do tamanho da campanha. <span id="more-578"></span></p>
<p>As influências das redes sociais na publicidade se tornaram muito grande. Quem navega na internet sabe que o poder exercido pelos internautas, principalmente provenientes do Twitter, é forte o bastante para acrescer valor à campanha ou colocá-la para baixo. E neste último quesito temos como fortes exemplos o comercial da Hyundai para a Copa do Mundo – o “tcha-tcha” e seu novo jeito de torcer – e a última polêmica da Web 2.0 a marca da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.</p>
<p>Ambos sofreram muitas críticas, paródias, piadas no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube e afins. O ‘grito de guerra’ do comercial da Hyundai na reta final da Copa chegou até a mudar para “iaê-iaô”. Certamente os executivos da marca perceberam o feedback negativo que o comercial surtiu nos brasileiros, que passaram a intitular a campanha de “o maior mico da Copa do Mundo de 2010” no Twitter. Título pesado para a campanha da Hyundai que foi rechaçada pelo público.</p>
<p>Essa capacidade das pessoas poderem interferir de maneira latente na recepção das campanhas publicitárias deu uma nova cara para a propaganda. Talvez, até muito positiva, retirando o rótulo de ‘manipuladora’, já que o direito de resposta do consumidor ficou muito maior. Que esta ‘voz’ não seja ignorada, pois se transformou em aspecto fundamental e poderoso na decisão do sucesso de uma campanha ou em seu fracasso. Esperamos que a lição esteja sendo aprendida, pelo bem do espetáculo da mídia. </p>
<p><object width="735" height="590"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aQCH_dZViNg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/aQCH_dZViNg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="735" height="590"></embed></object></p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Reflexão: limites éticos na propaganda, existem?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/reflexao-limites-eticos-na-propaganda-existem/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 16:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[propagandas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na última quarta-feira, dia 14, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou a suspensão da campanha Bombril Eco. A suspensão baseia-se na denúncia das concorrentes, 3M e Bettanin, que alegaram ter suas imagens afetadas pela campanha. O Conar acolheu o argumento das concorrentes e suspendeu a campanha, que não possuía embasamento ao afirmar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/0012.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-575" /><br />
Na última quarta-feira, dia 14, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou a suspensão da campanha Bombril Eco. A suspensão baseia-se na denúncia das concorrentes, 3M e Bettanin, que alegaram ter suas imagens afetadas pela campanha. O Conar acolheu o argumento das concorrentes e suspendeu a campanha, que não possuía embasamento ao afirmar que a esponja de aço é mais ecológica que as esponjas sintéticas.<span id="more-574"></span></p>
<p>No mês passado, a Skol teve seu comercial, dos ‘hermanos e as latas falantes’, recomendado à suspensão pelo Ministério Público Federal de Minas Gerais, a partir da denúncia de um estrangeiro residente no Brasil. </p>
<p>O que fica latente nessas situações é a ética na propaganda, ou a falta da mesma. No caso do comercial da Skol, a Constituição Brasileira proíbe qualquer tipo de discriminação, e o Código de Ética da Propaganda Brasileira também abrange este aspecto. Dentro dos princípios gerais, o Art. 20 do Código da Autorregulamentação Publicitária é específico neste caso: salienta que “nenhum anúncio deve favorecer ou estimular qualquer espécie de ofensa ou discriminação racial, social, política, religiosa ou de nacionalidade.” E também garante, através do Art. 32, letra f: “não se caracterize concorrência desleal, denegrimento à imagem do produto ou à marca de outra empresa”.</p>
<p>O CONAR e o Código de Autorregulamentação Publicitária existem para que essas questões sejam debatidas, porém, muitas escapam da visão do órgão regulamentador. E também, muito escapa aos olhos de quem faz propaganda. Se a publicidade e a propaganda seguissem à risca estas normas, elas poderiam correr o risco de transformarem-se em uma comunicação fadada a burocracia? O brilho da propaganda não é exatamente a sacada genial, desde que não haja ofensas ou máculas à imagem da concorrência? Acredito que este seja o verdadeiro desafio do comunicador.</p>
<p>Um caso para o divã: qual seria o limite para que a ética fosse guia e não obstáculo? Há de se pensar se os nossos valores e princípios éticos estão distorcidos, ou se a questão será a revisão do Código da Autorregulamentação Publicitária. Qual a sua opinião?</p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Twitter lucrando com a publicidade em 140 caracteres.</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/twitter-lucrando-com-a-publicidade-em-140-caracteres/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:28:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Twitter há tempos estudava uma forma de lucrar com o serviço da rede de microblogs. Outros mídias sociais como o Youtube, por exemplo, já tiverem dimensão exata do potencial da rede de relacionamento. Atentas a estes aspectos, as empresas decidiram relacionar suas marcas e produtos nessa nova mídia social.
E foi pensando nisso que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/0011.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-571" /><br />
O Twitter há tempos estudava uma forma de lucrar com o serviço da rede de microblogs. Outros mídias sociais como o Youtube, por exemplo, já tiverem dimensão exata do potencial da rede de relacionamento. Atentas a estes aspectos, as empresas decidiram relacionar suas marcas e produtos nessa nova mídia social.<span id="more-570"></span></p>
<p>E foi pensando nisso que o Speedy Xtreme, serviço de telefonia e internet banda larga da Telefônica,  adotou Marcelo Tas como seu ‘garoto-propaganda’ &#8211; o primeiro no Twitter &#8211; valendo-se do boca-a-boca, o buzz mais antigo para promover uma marca. Mas não foram somente as empresas que notaram este potencial. Os fundadores do Twitter já haviam dado sinais, em março deste ano, de que gostariam de lucrar com o serviço de microblog, sem, no entanto, modificar sua estrutura gratuita. </p>
<p>E foi nesse ritmo, que o Twitter estreou no último dia 17 de junho, o Promoted Trends, traduzido Tendências Promovidas, mais um recurso da rede de microblogs para publicidade. Lá, as empresas podem anunciar seus produtos e/ou serviços no Trending Topics que é a lista de assuntos mais comentados na rede do microblog. Ao procurar sobre a hastag o usuário é direcionado para uma página com todos os tuítes em que ela aparece, tendo destacado o tuíte da empresa. O primeiro usuário da novidade foi a DisneyPixar promovendo o filme Toy Story 3. Resultado: mais de 500 retuítes.Twitter lucrando com a publicidade em 140 caracteres.</p>
<p>Seguindo a mesma logística, mas sem se utilizar do botão “Promoted Trends”, a Coca-Cola comprou a hastag #WC2010 que se refere a World Cup 2010, ou seja, a Copa do Mundo da África, se valendo também do clima futebolístico que tomou o Mundo. Não dá pra se ter uma dimensão exata da proporção de quantas vezes foi tuitado #WC2010, pois as pessoas não adicionavam hastag por ser da Coca Cola e sim por ser da Copa do Mundo, e a Coca Cola pegou carona nessa febre. </p>
<p>O Twitter está sabendo utilizar a comunicação espontânea para lucrar com publicidade. A expectativa é de que os anunciantes consigam utilizar estes recursos no microblog sem transformar, a publicidade, invasiva.</p>
<p>Por: Laura Pita</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 Fotos Jornalísticas Incríveis</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/10-fotos-jornalisticas-incriveis/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/10-fotos-jornalisticas-incriveis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 13:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=535</guid>
		<description><![CDATA[
Fonte: Reuters
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/001.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-560" /><span id="more-535"></span><br />
Fonte: Reuters<br />
<br />&nbsp;<br />
<img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/011.jpg" alt="01" title="01" width="570" height="712" class="alignnone size-full wp-image-536" /><br />
<br />&nbsp;<br />
<br />&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/02.jpg" alt="02" title="02" width="574" height="383" class="alignnone size-full wp-image-537" /><br />
<br />&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/03.jpg" alt="03" title="03" width="574" height="380" class="alignnone size-full wp-image-538" /><br />
<br />&nbsp;</p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/04.jpg" alt="04" title="04" width="574" height="392" class="alignnone size-full wp-image-539" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/05.jpg" alt="05" title="05" width="574" height="410" class="alignnone size-full wp-image-540" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/06.jpg" alt="06" title="06" width="574" height="377" class="alignnone size-full wp-image-541" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/07.jpg" alt="07" title="07" width="574" height="435" class="alignnone size-full wp-image-542" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/08.jpg" alt="08" title="08" width="574" height="344" class="alignnone size-full wp-image-543" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/09.jpg" alt="09" title="09" width="574" height="378" class="alignnone size-full wp-image-544" /></p>
<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/10.jpg" alt="10" title="10" width="574" height="384" class="alignnone size-full wp-image-545" /></p>
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		<title>Mídia externa interativa contra a violência</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 19:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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Aqui no Brasil não estamos acostumados a ver a utilização da mídia externa interativa. Em outros países é mais comum que ela seja utilizada como opção de propaganda e até mesmo de buzz &#8211; termo de marketing usado para definir estratégias arrojadas de promoção de um produto ou marca. A propaganda não só vendendo um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/0014.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-555" /><br />
Aqui no Brasil não estamos acostumados a ver a utilização da mídia externa interativa. Em outros países é mais comum que ela seja utilizada como opção de propaganda e até mesmo de buzz &#8211; termo de marketing usado para definir estratégias arrojadas de promoção de um produto ou marca. A propaganda não só vendendo um produto, mas ajudando a evitar problemas de relacionamento profissional.<span id="more-554"></span></p>
<p>A Holanda é um bom exemplo disso. No país, a  violência a funcionários públicos em serviço tem se tornado constante. É comum ver, principalmente os que atuam na área da saúde, sendo desrespeitados e até mesmo agredidos em vias públicas, quando estão fazendo seu trabalho. E muitas vezes as pessoas que assistem ao problema não demonstram nenhum tipo de reação. </p>
<p>Pensando nisso, e também buscando alterar o comportamento dos europeus em relação ao problema, um outdoor interativo, com imagens em tempo real, foi usado para colocar os cidadãos em situação semelhante às que acontecem diariamente. A ideia foi deixá-las inativas, sem chances de responder àquela ação. A reação das pessoas mostrou que elas se incomodavam com as cenas por estarem inseridas naquele contexto. Ao final da simulação o público recebia instruções de como agir diante destes casos.</p>
<p>A ação inovadora foi criada pela agência N=5 Amsterdã, a pedido do Ministério da Justiça da Holanda. É um exemplo de publicidade que faz com que as pessoas se questionem e desejem interagir. O buzz que esta ação obteve nos faz refletir o quanto a criatividade está restritamente relacionada com o comportamento do consumidor e seus traços de personalidade. </p>
<p>Assista esta ação e confira as reações das pessoas diante da cena de agressão e de sua impossibilidade de ajudar. Certamente a reação emocional das pessoas fará com que elas repensem suas atitudes. E nós também.</p>
<p><object width="735" height="590"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uDTdHG_FytM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uDTdHG_FytM&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="735" height="590"></embed></object></p>
<p>Fonte: Blog Adivertido</p>
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		<title>A imagem da marca é resultado, também, de um bom logotipo.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você já se perguntou o que inspirou os logotipos das empresas automobilísticas? Como, por exemplo, os quatro anéis entrelaçados da Audi ou o por quê do nome Alfa Romeo?

Afinal, logos representam a imagem de marca, as tradições e origens da empresa. No caso destas empresas, estes ícones não foram pensados somente como um emblema visual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/0013.jpg" alt="001" title="001" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-551" /><br />
Você já se perguntou o que inspirou os logotipos das empresas automobilísticas? Como, por exemplo, os quatro anéis entrelaçados da Audi ou o por quê do nome Alfa Romeo?<br />
<span id="more-550"></span><br />
Afinal, logos representam a imagem de marca, as tradições e origens da empresa. No caso destas empresas, estes ícones não foram pensados somente como um emblema visual no capô do carro. Os logos vão representar o que as pessoas pensam sobre a marca e os próprios carros. Alguém que dirige um Mercedes é percebido como próspero, maduro e, naturalmente, bem sucedido. Por outro lado, alguém com um Aston Martin é provavelmente uma personalidade mais extravagante. </p>
<p>Essas percepções podem ser vistas a partir de um pequeno logotipo do fabricante do carro. Claro que aqui, nos referimos especificamente aos logotipos dos grupos automobilísticos, mas isso se expande para todos os tipos de serviços e produtos.</p>
<p>Um logo sofre evoluções históricas, juntamente com os produtos, origens e clientes da empresa. Afinal, ele nada mais é do que parte da essência da imagem da sua empresa. Um logo bem apresentado, que transmita a identidade da organização e dos produtos oferecidos é um bom passo para o sucesso.</p>
<p>Fonte de apoio:<br />
<a href="http://www.instantshift.com/2010/02/25/22-corporate-brand-logo-evolution-of-automobile-groups/">http://www.instantshift.com/2010/02/25/22-corporate-brand-logo-evolution-of-automobile-groups/</a></p>
<p>Por: Laura Pita</p>
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		<title>Steve Jobs VS Flash – o retorno</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 12:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na boca do povo]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>

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O novo hit da internet, intitulado “Steve Jobs odeia você” é de criação do publicitário americano Mat Bisher. A campanha foi criada em defesa do Flash nos dispositivos da Apple. Bisher e outros usuários do software acreditam que a ausência de suporte ao Flash prejudica não somente a Adobe, como também milhares de desenvolvedores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/01.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-532" /><br />
O novo hit da internet, intitulado <a href="http://www.sosapplesos.com/">“Steve Jobs odeia você”</a> é de criação do publicitário americano Mat Bisher. A campanha foi criada em defesa do Flash nos dispositivos da Apple. Bisher e outros usuários do software acreditam que a ausência de suporte ao Flash prejudica não somente a Adobe, como também milhares de desenvolvedores que criam peças publicitárias ou conteúdos editoriais neste programa. Eles afirmam que com o veto de Steve Jobs ao uso do Flash nos dispositivos móveis da Apple, os profissionais que utilizam desta ferramenta têm seu trabalho prejudicado.<span id="more-530"></span></p>
<p>Estes motivos o levaram a expressar a própria indignação e de mais alguns milhares de desenvolvedores de sites. A campanha propõe a todos os que utilizam o software em seus projetos a configurar aplicações em Flash para exibir uma mensagem contra Steve Jobs sempre que o conteúdo do programa não for carregado corretamente. </p>
<p>Assim, ao acessar uma página com Flash no PC, por exemplo, o usuário carregará o site normalmente. Já quando o acesso à página for por um iPad, por exemplo, o Flash é substituído por um gif com a imagem de Jobs com o dedo em riste e a mensagem “Steve Jobs heats you”, em português, “Steve Jobs odeia você”. </p>
<p>A campanha de Bisher não ganhou adesões apenas dos usuários de flash, mas de usuários comuns que espalharam a ideia no Twitter e no Youtube. Tornando-se o novo hit da internet e gerando um buzz muito maior do que se imaginava inicialmente. Passou de uma liberdade de expressão para uma campanha, quem sabe mundial, contra o veto do poderoso gênio da Apple. Uma salva de palmas para quem tem ideias simples e geniais. </p>
<p>Fonte: Info online</p>
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