<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pcom - Comunicação e Marketing &#187; Mercado</title>
	<atom:link href="http://www.pcom.com.br/blog/category/mercado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.pcom.com.br/blog</link>
	<description>Pcom - Comunicação e Marketing</description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 19:51:27 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Uma brecha no mercado?</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/uma-brecha-no-mercado/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/uma-brecha-no-mercado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 19:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Data Senior]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Público-Alvo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[setor financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia Celular]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[TV por Assinatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1599</guid>
		<description><![CDATA[
A cada ano a expectativa de vida aumenta. Desde 1980, o brasileiro passou a viver 10,7 anos a mais do que a média da época. Isso evidencia-se no fato de haver mais de 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade no Brasil, o que significa 10% da população total do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/avós4.png" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="aligncenter size-full wp-image-1601" /><br />
A cada ano a expectativa de vida aumenta. Desde 1980, o brasileiro passou a viver 10,7 anos a mais do que a média da época. Isso evidencia-se no fato de haver mais de 19 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade no Brasil, o que significa 10% da população total do país, de acordo com dados do IBGE. Ao todo, essa parcela é responsável por uma renda mensal média de R$ 7,5 bilhões. <span id="more-1599"></span></p>
<p>Apenas alguns setores como o financeiro, de saúde e turismo, atuam de forma crescente junto a esse público. Conforme uma pesquisa realizada pela Brasil Data Senior, porém, a maioria dessas pessoas estão instatisfeitas. Para elas, o mercado não supre suas necessidades.</p>
<p>Categorias como o entretenimento, por exemplo, deixam a desejar na opinião desses consumidores. Eis aí uma grande oportunidade para as marcas que buscam crescimento junto a novos públicos. Segmentos como os de supermercados, telefonia celular, TV por assinatura, lazer, entre tantos outros, podem encontrar nessa área uma brecha para conquista e satisfação de novos clientes, e aumento dos seus lucros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank">Mundo Marketing</a></p>
<p>Por Elisa Goemann</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/uma-brecha-no-mercado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A polêmica relação entre publicidade e cigarro</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-polemica-relacao-entre-publicidade-e-cigarro/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/a-polemica-relacao-entre-publicidade-e-cigarro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 10:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1532</guid>
		<description><![CDATA[O cigarro e a publicidade mantiveram uma relação intensa no passado, em que as empresas fabricantes do tabaco chegaram a ser as maiores anunciantes do meio. No Brasil, o número de fumantes caiu 45% em duas décadas, boa parte devido às restrições publicitárias estabelecidas pela lei. Desde fevereiro de 2005, está em vigor a Convenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/fumo.png" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1531" />O cigarro e a publicidade mantiveram uma relação intensa no passado, em que as empresas fabricantes do tabaco chegaram a ser as maiores anunciantes do meio. No Brasil, o número de fumantes caiu 45% em duas décadas, boa parte devido às restrições publicitárias estabelecidas pela lei. Desde fevereiro de 2005, está em vigor a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQTC), um tratado feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e assinado por 192 países, entre eles, o nosso.<span id="more-1532"></span></p>
<p>Por aqui, só é permitido exibir propaganda de cigarros em ambientes internos, como bares e boates, e também é proibida a venda para menores de 18 anos. As embalagens do produto apresentam imagens fortes dos malefícios que o fumo causa à saúde, e em algumas cidades é proibido fumar em ambientes fechados. </p>
<p>Uma medida mais radical foi tomada pelo país asiático Butão, que baniu totalmente o tabaco de seu território, inclusive a venda de cigarros. Apesar disso, os cidadãos deste país que viajam ao exterior, podem voltar com cigarros, mas os produtos estão sujeitos a um imposto de pelo menos 100%. Já na Espanha, as leis contra o tabaco são mais brandas. É proibido fumar em ambientes fechados, mas alguns locais com mais de 100 metros quadrados podem designar 30% de sua área a fumantes. </p>
<p>Como forma de manter sua marca no mercado brasileiro, os fabricantes de cigarros investem em ações diferentes, como o patrocínio de eventos estudantis e esportivos, usando apenas o nome da companhia, e jamais a marca do produto. Em uma tentativa de estabelecer algo que regule isso, deve ser votada nos próximos dias a Medida Provisória (MP) nº 540/2011.<br />
Para quem questiona o porquê de o cigarro não ser banido de vez do mundo todo, a economia surge como resposta, já que, apesar dos inúmeros malefícios que traz à saúde e das proibições e restrições ao seu consumo, o tabaco continua movimentando grandes cifras todos os anos.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://veja.abril.com.br/230800/p_104.html""target="_blank">Revista Veja</a><br />
<a href="http://pneumologia.med.br/site/?p=523""target="_blank">Pneumologia.med</a><br />
<a href="http://obviousmag.org/archives/2007/06/publicidade_ao.html""target="_blank">Obviousmag</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/a-polemica-relacao-entre-publicidade-e-cigarro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Procon/SP decide multar e tirar do ar sites de compras online</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/proconsp-decide-multar-e-tirar-do-ar-sites-de-compras-online/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/proconsp-decide-multar-e-tirar-do-ar-sites-de-compras-online/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 17:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Lojas Americanas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Procon]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Shoptime]]></category>
		<category><![CDATA[Submarino]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1509</guid>
		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, dia 09, a Fundação de Proteção ao Consumidor de São Paulo (Procon/SP) determinou em 1º grau que os sites das Lojas Americanas, Shoptime e Submarino fiquem fora do ar por 72 horas. Além disso, a Justiça estabeleceu que a B2W, responsável pelos sites, pague uma multa de mais de R$ 1,7 milhão, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/lojas-americanas.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1510" />Nesta quarta-feira, dia 09, a Fundação de Proteção ao Consumidor de São Paulo (Procon/SP) determinou em 1º grau que os sites das Lojas Americanas, Shoptime e Submarino fiquem fora do ar por 72 horas. Além disso, a Justiça estabeleceu que a B2W, responsável pelos sites, pague uma multa de mais de R$ 1,7 milhão, por se tratar de um problema recorrente. A companhia tem 15 dias para apresentar um recurso judicial, e só então a decisão final será tomada.<span id="more-1509"></span></p>
<p>De acordo com o site do Procon/SP, a B2W teve um aumento de 246% no número de casos relatados pelos consumidores. O número passou de 1.479 atendimentos no segundo semestre de 2010, para 3.635 nos seis primeiros meses deste ano. Em maio, a companhia teve as vendas do site Americanas impedidas no estado do Rio de Janeiro, devido a aproximadamente 30.000 reclamações registradas. Para se ter uma ideia da recorrência da B2W no Procon/SP, a empresa ficou em 21º lugar no ranking geral das 50 empresas que mais receberam queixas. </p>
<p>Outro ramo de comércio online que está sendo observado pelo Procon/SP é o de compras coletivas. Uma recente avaliação realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) constatou que quatro grandes empresas pesquisadas (Clickon, Groupalia, Groupon e Peixe Urbano), registraram algum problema nos quesitos avaliados. Os principais problemas constatados foram casos de cadastro obrigatório de e-mail sem acesso ao contrato, utilização indevida de dados pessoais, isenção da responsabilidade, desconto maquiado, ausência de SAC, falta de explicação sobre o direito de arrependimento e falta de informações que identifiquem os fornecedores.</p>
<p>Para quem quer comprar pela Internet, mas fica inseguro quanto aos seus direitos, o site do Procon/SP elaborou um material para que a operação seja mais segura. Confira <a href="http://www.procon.sp.gov.br/pdf/ACS_orienta_comercio_eletronico.pdf" "target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/b2w-vai-ficar-72-horas-sem-vender-em-sao-paulo""target="_blank">Exame.com</a><br />
<a href="http://www.procon.sp.gov.br/noticia.asp?id=2488""target="_blank">Procon/SP</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/proconsp-decide-multar-e-tirar-do-ar-sites-de-compras-online/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tecnologias que destruíram negócios</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/tecnologias-que-destruiram-negocios/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/tecnologias-que-destruiram-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 16:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[propagandas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1505</guid>
		<description><![CDATA[O desenvolvimento tecnológico oferece uma série de vantagens à sociedade, que tem sua vida facilitada em decorrência disto. Algumas dessas modernidades, porém, acabaram complicando o andamento de certas empresas. A Revista Exame listou em seu site oito exemplos de tecnologias que destruíram negócios. Confira abaixo algumas delas:
A primeira câmera fotográfica foi criada em 1888 pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/máquina.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1506" />O desenvolvimento tecnológico oferece uma série de vantagens à sociedade, que tem sua vida facilitada em decorrência disto. Algumas dessas modernidades, porém, acabaram complicando o andamento de certas empresas. A Revista Exame listou em seu site oito exemplos de tecnologias que destruíram negócios.<span id="more-1505"></span> Confira abaixo algumas delas:</p>
<p>A primeira câmera fotográfica foi criada em 1888 pela Kodak, que passou a liderar o mercado de filmes. Os rolos eram encontrados em qualquer lugar do mundo, assim como os laboratórios de revelação das imagens. Mas o negócio criado há mais de 120 anos sofreu um forte abalo com a evolução tecnológica da última década, em que as câmeras digitais, mais práticas e de melhor qualidade, passaram a dominar o mercado.  Os celulares com câmeras também influenciaram essa mudança, que resultou no fechamento de fábricas da Kodak e na necessidade de se adequar ao novo mercado.</p>
<p>Empresas como IBM, Olivetti e Remington fabricaram milhões de máquinas de escrever nas primeiras oito décadas do século XX. Com a criação do computador pessoal, o equipamento foi sendo deixado de lado, até a sua substituição completa. No ano de 1976 o cineasta e programador Michael Shrayer criou um aplicativo que permitia escrever textos formatados no pioneiro microcomputador Altair. O programa foi o primeiro de muitos outros, como o pacote Office da Microsoft, que passou de 500 milhões de cópias vendidas. </p>
<p>Criado em 2001 pela Apple, o iPod aposentou de vez o Walkman, criação da Sony que chegou a vender 210 milhões de unidades desde 1979. O player de fita cassete era grande e tinha pouca capacidade de armazenamento, bem ao contrário do compacto iPod, que em sua primeira versão tinha memória para cerca de mil músicas. Em 10 anos, a Apple vendeu mais de 300 milhões de aparelhos. </p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/8-tecnologias-que-destruiram-negocios""target="_blank">Exame.com</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/tecnologias-que-destruiram-negocios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A publicidade dos reality shows da TV brasileira</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-publicidade-dos-reality-shows-da-tv-brasileira/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/a-publicidade-dos-reality-shows-da-tv-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[reality show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1478</guid>
		<description><![CDATA[Até o momento foram lançados mais de 50 reality shows no Brasil, sendo que a soma inclui apenas a primeira edição de cada um. Embora a maioria não tenha tido sucesso, os que permanecem nas grades de programação das emissoras faturam quantias enormes com a venda de cotas de patrocínios.
O primeiro programa do gênero que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/câmera.png" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1479" />Até o momento foram lançados mais de 50 reality shows no Brasil, sendo que a soma inclui apenas a primeira edição de cada um. Embora a maioria não tenha tido sucesso, os que permanecem nas grades de programação das emissoras faturam quantias enormes com a venda de cotas de patrocínios.<span id="more-1478"></span></p>
<p>O primeiro programa do gênero que surgiu no Brasil foi o “No Limite”, exibido pela Globo em 2000. O formato inovador atraiu tanto a atenção do público que o programa chegou até a quarta edição, embora sem a mesma audiência inicial. O reality teve como principais patrocinadores a Fiat, Tim, Grendene, Monange e Ambev.</p>
<p>Em 2001, o SBT exibiu “A Casa dos Artistas”, que também chegou à quarta edição. A final do primeiro programa rendeu à emissora uma de suas maiores audiências na história e contou com  uma grande ação de merchandising da Fiat, em promoção ao lançamento do modelo Doblô.</p>
<p>O programa “A Fazenda”, da Record, cobrou em sua mais recente edição, o valor equivalente a R$ 43,8 milhões por 319 inserções no reality show. Além disso, foram ofertados patrocínios no canal Record News e no portal R7. O programa teve como principais patrocinadores a Kia Motors, Nestlé e Net, que realizaram ações diferenciadas e que não tiveram os valores divulgados.</p>
<p>Apesar desses reality shows terem tido sucesso, há alguns que ficaram apenas na primeira edição. Como exemplo, “A Ilha da Sedução”, exibido em 2002 pelo SBT, o “Jogo Duro”, da Globo em 2009, e o “Busão do Brasil”, lançado pela Band no ano passado.</p>
<p>É claro que é impossível falar de reality show no Brasil sem mencionar o programa mais duradouro, o Big Brother, que chegará em 2012 à sua 12ª edição. O valor das cotas de patrocínio do próximo ano chega a R$ 20,6 milhões e já foram fechadas parcerias com o Guaraná Antarctica, Fiat, Niely e Unilever (Omo). Na edição de 2011, o valor das cotas era de R$ 16,7 milhões.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/bbb-12-deve-superar-r-100-milhoes-so-em-patrocinio""target="_blank">Exame.com</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/a-publicidade-dos-reality-shows-da-tv-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O marketing social</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-social/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-social/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 17:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1415</guid>
		<description><![CDATA[As ações sociais têm adquirido cada vez mais espaço nas empresas, pois ao mesmo tempo em que beneficiam a população, valorizam a imagem da marca. Sadia e McDonald’s são exemplos de empresas grandes que adotaram estas práticas, beneficiando inúmeras pessoas no Brasil e no Exterior. Confira abaixo alguns exemplos destas ações sociais, e sua importância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/mc.JPG" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1420" />As ações sociais têm adquirido cada vez mais espaço nas empresas, pois ao mesmo tempo em que beneficiam a população, valorizam a imagem da marca. Sadia e McDonald’s são exemplos de empresas grandes que adotaram estas práticas, beneficiando inúmeras pessoas no Brasil e no Exterior.<span id="more-1415"></span> Confira abaixo alguns exemplos destas ações sociais, e sua importância para o desenvolvimento da sociedade e da marca.</p>
<p>Em 2004 foi fundado o Instituto Sadia, que é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Sua proposta é contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável, por meio de dois programas. Um deles é o Programa Suinocultura Sustentável Sadia 3S, que já contribuiu para a diminuição da emissão de gás metano com a instalação de biodigestores nas propriedades rurais, para tratar os dejetos dos suínos. O outro é o Programa de Investimento Social, que atua nos municípios onde a empresa está presente desenvolvendo ações em prol da comunidade local.</p>
<p>Já o McDonald’s promove o McDia Feliz, em que todo o faturamento com a venda do Big Mac e dos produtos promocionais é destinado a ações de combate ao câncer infanto-juvenil. Na edição ocorrida em 27 de agosto deste ano, o valor arrecadado foi de R$ 17,3 milhões, 33% a mais do que na edição anterior. A quantia foi destinada para 73 projetos de 59 instituições de todo o Brasil, e cerca de 30 mil crianças e adolescentes em tratamento oncológico devem ser beneficiados.</p>
<p>A utilização do marketing social é fundamental para que o crescimento econômico das empresas também gere maior equilíbrio social e impactos positivos ao meio ambiente. Ao transmitir a importância de determinadas ações, a empresa contribui com a disseminação destes ideais, valorizando a credibilidade de sua marca e influenciando ações semelhantes.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://instituto.sadia.com.br/"target="_blank">Instituto Sadia</a><br />
<a href="http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/mcdia-feliz-tem-arrecadacao-recorde-de-r-17-3-milhoes"target="_blank">Exame</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-social/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A guerra dos tablets entre Apple e Samsung</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-guerra-dos-tablets-entre-apple-e-samsung/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/a-guerra-dos-tablets-entre-apple-e-samsung/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 15:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[propagandas]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1388</guid>
		<description><![CDATA[O iPad da Apple, e o Galaxy Tab da Samsung, foram os tablets mais vendidos no Brasil no primeiro semestre do ano, entre os cerca de 200 mil aparelhos comercializados. Mas além se enfrentar na concorrência de mercado, as duas empresas já moveram 20 processos na justiça, a maioria deles envolvendo possíveis cópias de produtos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/apple-samsung.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1389" />O iPad da Apple, e o Galaxy Tab da Samsung, foram os tablets mais vendidos no Brasil no primeiro semestre do ano, entre os cerca de 200 mil aparelhos comercializados. Mas além se enfrentar na concorrência de mercado, as duas empresas já moveram 20 processos na justiça, a maioria deles envolvendo possíveis cópias de produtos. A rivalidade judicial ocorre desde abril deste ano e envolve dez países.<span id="more-1388"></span></p>
<p>A briga começou quando a Apple acusou a Samsung de plagiar seus produtos. Desde então, as empresas trocam processos litigiosos, em tentativas de comprovar a propriedade sobre os produtos desenvolvidos por cada uma. Um fato curioso nessa história é que a Apple é a maior cliente da Samsung, compradora principalmente de chips e telas.</p>
<p>A criadora do iPad tem como principal objetivo liquidar com alguns produtos da concorrente, como o tablet Galaxy Tab e o smartphone Galaxy S. Por meio de liminares, já conseguiu banir alguns produtos da Samsung na Austrália, Alemanha e Holanda, e ainda busca impedir a sua venda nos Estados Unidos.</p>
<p>Já a Samsung, briga pela anulação dos direitos exclusivos da Apple sobre o desenho do iPad, argumentando que a tecnologia já existia antes de o produto ser lançado. Os advogados da empresa sul-coreana alegam que algumas das acusações da Apple quanto a supostas violações de patentes se referem a &#8220;simples ideias&#8221;, e não &#8220;inovações&#8221;.  A Samsung vendeu 20 milhões de smartphones no trimestre que se encerrou em 30 de setembro, enquanto a concorrente ficou na marca do 17,1 milhões. </p>
<p>O potencial de venda da Samsung e a sua boa qualidade – tanto que a própria Apple é cliente – justificam o porquê de a marca da Maçã tentar evitar o seu crescimento, enquanto outras empresas menores lançam cópias bem descaradas do iPhone e iPad. Resta aguardar como o tribunal de Seul, encarregado do processo, vai resolver essa briga.</p>
<p>Fonte:<br />
<a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/samsung-amplia-processos-contra-apple-17102011-9.shl"  target="_blank">Revista Info</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/a-guerra-dos-tablets-entre-apple-e-samsung/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O marketing nos jogos Pan-Americanos</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-nos-jogos-pan-americanos/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-nos-jogos-pan-americanos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[jogos Pan-Americanos 2011]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1384</guid>
		<description><![CDATA[Os Jogos Pan-Americanos estão sendo realizados em Guadalajara, no México, durante o mês de outubro. Na TV aberta brasileira, a transmissão ficou por conta da Record, que desembolsou US$ 10 milhões pelos direitos exclusivos. Apesar de no início não terem rendido números expressivos na audiência da emissora, nos últimos dias os jogos Pan-Americanos elevaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/pan.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1385" />Os Jogos Pan-Americanos estão sendo realizados em Guadalajara, no México, durante o mês de outubro. Na TV aberta brasileira, a transmissão ficou por conta da Record, que desembolsou US$ 10 milhões pelos direitos exclusivos. Apesar de no início não terem rendido números expressivos na audiência da emissora, nos últimos dias os jogos Pan-Americanos elevaram a Record ao primeiro lugar do Ibope, o que favorece os patrocinadores do evento.<span id="more-1384"></span></p>
<p>O marketing para os jogos de 2011 teve início em 2007, quando foi apresentada a nova cidade-sede no final das competições do Rio de Janeiro. Há quatro empresas patrocinando oficialmente o Pan-Americano do México: Scotiabank, Telcel, Nissan e Telmex. Alguns dos centros esportivos receberam o nome destas empresas, como o Centro Aquático Scotiabank, o Estádio de Ginástica Nissan, o Complexo de Tênis Telcel e o Estádio de Atletismo Telmex.</p>
<p>No Brasil, foram 11 empresas que assinaram contrato de patrocínio para a transmissão da Record, pagando o valor de tabela de R$ 124 milhões. São elas: Bradesco, Caixa Econômica Federal, Cervejaria Petrópolis, Coca-Cola, Correios, Fiat, Mc Donalds, P&#038;G, Petrobras, Sadia e Visa. Na madrugada da sexta-feira, dia 21, a Record bateu por três vezes consecutivas a rival Globo durante a transmissão da final do vôlei feminino, entre Brasil e Cuba. De acordo com o Ibope, a Record fez 13 pontos em média, contra 11 da Globo. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.</p>
<p>Se mesmo antes de começar, o Pan-Americano 2011 já era um sucesso devido ao valor arrecadado com os patrocínios, resta saber se seguirá a mesma linha até o final da competição, que tem 6.003 atletas em 36 modalidades esportivas, participando de 361 eventos. Fato é que o bom desempenho do Brasil nos jogos, que já conta com 26 medalhas de ouro, tem ajudado, e muito, a aumentar a audiência da emissora.</p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/o-marketing-nos-jogos-pan-americanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A péssima combinação de detergentes, ratos, Toddynho e Baconzitos</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/a-pessima-combinacao-de-detergentes-ratos-toddynho-e-baconzitos/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/a-pessima-combinacao-de-detergentes-ratos-toddynho-e-baconzitos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 18:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[Baconzitos]]></category>
		<category><![CDATA[Elma Chips]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[Pepsi]]></category>
		<category><![CDATA[PepsiCo]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Produto limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[rato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1331</guid>
		<description><![CDATA[Nas últimas semanas, a PepsiCo tem passado por muitas turbulências no que diz respeito à imagem das marcas que fabrica. Depois das reclamações pela falta de refrigerante nos estabelecimentos na promoção “Pepsi em Dobro”, a companhia teve que lidar com os casos de reações adversas, causados pela ingestão do achocolatado Toddynho contaminado com produto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/rato.png" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1336" />Nas últimas semanas, a PepsiCo tem passado por muitas turbulências no que diz respeito à imagem das marcas que fabrica. Depois das reclamações pela falta de refrigerante nos estabelecimentos na promoção “Pepsi em Dobro”, a companhia teve que lidar com os casos de reações adversas, causados pela ingestão do achocolatado Toddynho contaminado com produto de limpeza. E como se isso já não fosse suficiente, nesta segunda-feira, uma dona de casa de Santa Catarina alegou ter encontrado um rato dentro de uma embalagem do salgadinho Baconzitos.<span id="more-1331"></span></p>
<p>O problema com o Toddynho ocorreu no estado do Rio Grande do Sul, e atingiu pelo menos 39 pessoas em 15 cidades. Após ingerir a bebida, os consumidores relataram uma sensação de queimadura, feridas na boca, náusea e cólica. A Secretaria de Saúde de Porto Alegre chegou a suspender a venda do produto. A Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo também autuou a fábrica da empresa em Guarulhos, onde a bebida contaminada foi fabricada. A multa pode chegar a R$ 175 mil.</p>
<p>A PepsiCo se manifestou por meio de nota, explicando que a falha ocorreu precisamente no lote produzido no dia 23 de agosto, no intervalo das 5h30min às 6h30min, com validade até 19 de fevereiro de 2012. A companhia colocou um médico à disposição dos consumidores que tiveram problemas e procuraram a empresa por meio de seu Serviço de Atendimento ao Consumidor. As unidades não consumidas foram recolhidas dos estabelecimentos.</p>
<p>Quanto ao caso do Baconzitos, também por meio de nota, a PepsiCo informou que enviou à casa da consumidora uma equipe para colher amostras do produto. As análises realizadas concluíram que a contaminação não deve ter ocorrido no processo de empacotamento da fábrica ou armazenamento na filial de vendas da empresa.</p>
<p>Os assuntos dominaram as redes sociais nas últimas semanas, e arranharam as marcas dos produtos em questão. Mesmo que a PepsiCo tenha tomado as providências cabíveis e prestado auxílio aos lesados, não há como apagar o ocorrido. Em tempos de velocidade da informação, qualquer falha ganha uma dimensão maior ainda. E é cada vez mais difícil repará-los.</p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/a-pessima-combinacao-de-detergentes-ratos-toddynho-e-baconzitos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marketing Esporte Clube</title>
		<link>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-esporte-clube/</link>
		<comments>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-esporte-clube/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 12:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pcom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[agencia]]></category>
		<category><![CDATA[Grêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pcom]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pcom.com.br/blog/?p=1239</guid>
		<description><![CDATA[Além dos altos valores negociados na compra de jogadores, os clubes de futebol têm investido muito no marketing esportivo. A prática resulta em uma valorização da marca, já que ao ter o nome associado a outro produto, o clube ganha maior visibilidade. A empresa parceira também tem seus benefícios, pois fica mais bem inserida dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pcom.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/foot.jpg" alt="01" title="01" width="735" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1240" />Além dos altos valores negociados na compra de jogadores, os clubes de futebol têm investido muito no marketing esportivo. A prática resulta em uma valorização da marca, já que ao ter o nome associado a outro produto, o clube ganha maior visibilidade. A empresa parceira também tem seus benefícios, pois fica mais bem inserida dentro da torcida. <span id="more-1239"></span>Aqui no Rio Grande do Sul, Grêmio e Internacional investem muito no marketing esportivo, o que faz com que as marcas dos dois times figurem a lista dos 12 maiores clubes brasileiros, na 7ª e 5ª posição, respectivamente.</p>
<p>A rivalidade Gre-Nal é forte e divide bem as torcidas no estado e, em geral, os patrocinadores negociam com ambos. É o caso da Tramontina, Unimed e Tim, por exemplo, que já fecharam parcerias com os dois clubes simultaneamente. Desta forma, gremistas e colorados são impactados diretamente, embora uma pesquisa realizada pelo TNS Sport tenha apontado que mais de 95,53% dos torcedores de futebol entrevistados não deixariam de comprar algum produto por ser anunciante do time rival.</p>
<p>As jogadas do marketing esportivo envolvem parcerias com grandes empresas, uma vez que o objetivo é aumentar o valor da marca do clube. O Grêmio, por exemplo, lançou um produto exclusivo na Páscoa. Tratava-se de uma latinha azul com vários chocolates Charge e Milkbar da Nestlé. A mesma empresa fechou uma parceria recente com o Internacional, em que as latas do Nescafé são comemorativas ao clube colorado.</p>
<p>O Inter, por enquanto, tem ido um pouco mais longe que o rival ao firmar parcerias para alavancar seu marketing. O maior exemplo disso foi o que ocorreu no evento Ultimate Fighting Championship (UFC), realizado no Rio de Janeiro, em que o Lutador Rodrigo “Minotauro” Nogueira teve o símbolo do clube estampado no calção que usou na sua luta, aclamada por muitos como a melhor do evento.</p>
<p>A atuação de um marketing esportivo forte e bem estruturado só aumenta a importância do clube, e dados os números de torcedores que cada um possui, as possibilidades são imensas.</p>
<p>Fontes<br />
<a href="http://wp.clicrbs.com.br/noataque/2011/09/02/estudo-aponta-marca-inter-a-frente-do-gremio/?topo=13,1,1,,,2">Ranking dos maiores clubes do Brasil</a></p>
<p>Por Karina Sgarbi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pcom.com.br/blog/marketing-esporte-clube/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

